
Obama sanciona reforma da saúde
Presidente diz que lei 'inaugura nova era para os EUA' e agradece líderes democratas na Casa Branca
Na presença dos congressistas democratas que apoiara a reforma, Obama disse que o maior desafio, que era a superação de diferenças, foi superado. "Hoje, quase um século depois de tentativas, depois de mais de um ano de debate, depois da contagem dos votos, a cobertura dos planos de saúde se torna uma lei nos EUA", disse o presidente, aplaudido de pé enquanto sancionava a lei.
O projeto foi aprovado na noite do domingo, 21, pelo Congresso com 219 votos a favor e 212 contra. A legislação tramitava no Congresso há 14 meses e foi colocada por Obama como a prioridade da agenda doméstica de sua agenda doméstica desde o início do mandato. A medida vai estender assistência médica para 32 milhões de americanos que atualmente não têm seguro.
O custo da reforma é estimado em US$ 940 bilhões (cerca de R$ 1,69 trilhão) em dez anos, mas a expectativa é de que a medida reduza o déficit do país em US$ 138 bilhões (cerca de R$ 247 bilhões) no período.
Obama lembrou de sua mãe no discurso que fez pouco antes de validar a reforma. "Estou assinando a lei desta reforma em nome da minha mãe, que discutiu com as companhias de plano e saúde enquanto lutava contra o câncer em seus dias finais", disse o presidente, citando também outras pessoas que seriam beneficiadas com a medida e que estiveram presentes na cerimônia.
O mandatário agradeceu a "todos os que tornaram a reforma possível" e lembrou principalmente da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, do líder democrata no Senado, Harry Reid, e do ex-senador Ted Kennedy, que morreu em 2009 e foi um dos maiores batalhadores pela reforma. Para Obama, a liderança desses políticos foi "histórica e de uma coragem pouco comum".
Segundo o presidente, a aprovação da lei "inaugura uma nova era para os EUA". "Não somos uma nação que faz o mais fácil. Somos uma nação que faz o necessário, nós enfrentamos os desafios", disse.
O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, classificou a ocasião como histórica. "Nós fazemos história quando percebemos os problemas e decidimos fazer algo para mudar". Biden ainda elogiou Obama e deu-lhe todo o crédito pela realização da reforma. "Sr. presidente, você é a pessoa que fez isso acontecer. Conseguiu o que muitos tentaram durante anos, fez com que todos os americanos tenham acesso a serviços de saúde pela primeira vez na história dos EUA", completou o vice.
Presidente diz que lei 'inaugura nova era para os EUA' e agradece líderes democratas na Casa Branca
Na presença dos congressistas democratas que apoiara a reforma, Obama disse que o maior desafio, que era a superação de diferenças, foi superado. "Hoje, quase um século depois de tentativas, depois de mais de um ano de debate, depois da contagem dos votos, a cobertura dos planos de saúde se torna uma lei nos EUA", disse o presidente, aplaudido de pé enquanto sancionava a lei.
O projeto foi aprovado na noite do domingo, 21, pelo Congresso com 219 votos a favor e 212 contra. A legislação tramitava no Congresso há 14 meses e foi colocada por Obama como a prioridade da agenda doméstica de sua agenda doméstica desde o início do mandato. A medida vai estender assistência médica para 32 milhões de americanos que atualmente não têm seguro.
O custo da reforma é estimado em US$ 940 bilhões (cerca de R$ 1,69 trilhão) em dez anos, mas a expectativa é de que a medida reduza o déficit do país em US$ 138 bilhões (cerca de R$ 247 bilhões) no período.
Obama lembrou de sua mãe no discurso que fez pouco antes de validar a reforma. "Estou assinando a lei desta reforma em nome da minha mãe, que discutiu com as companhias de plano e saúde enquanto lutava contra o câncer em seus dias finais", disse o presidente, citando também outras pessoas que seriam beneficiadas com a medida e que estiveram presentes na cerimônia.
O mandatário agradeceu a "todos os que tornaram a reforma possível" e lembrou principalmente da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, do líder democrata no Senado, Harry Reid, e do ex-senador Ted Kennedy, que morreu em 2009 e foi um dos maiores batalhadores pela reforma. Para Obama, a liderança desses políticos foi "histórica e de uma coragem pouco comum".
Segundo o presidente, a aprovação da lei "inaugura uma nova era para os EUA". "Não somos uma nação que faz o mais fácil. Somos uma nação que faz o necessário, nós enfrentamos os desafios", disse.
O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, classificou a ocasião como histórica. "Nós fazemos história quando percebemos os problemas e decidimos fazer algo para mudar". Biden ainda elogiou Obama e deu-lhe todo o crédito pela realização da reforma. "Sr. presidente, você é a pessoa que fez isso acontecer. Conseguiu o que muitos tentaram durante anos, fez com que todos os americanos tenham acesso a serviços de saúde pela primeira vez na história dos EUA", completou o vice.
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